quarta-feira, 10 de julho de 2019

SEXO COM CAO

Uma mulher de 28 anos de nome Gabbe Rowland, quebrou o silêncio e disse tudo o que passou naquelas "semanas de terror" nas mãos do ex-namorado, Justin Mustafa de 27 anos.

A moca é natural de Cape Cod, nos EUA, foi vítima de uma série de agressões, uma vez que o companheiro suspeitava que esta o tinha traído. Gabbe foi violentamente agredida, violada, drogada e obrigada a fazer sexo com um cão. Gabbe conta que mal conheceu Justin ficou "perdidamente apaixonada".

Os eram colegas de escola e reencontraram-se no Facebook em 2010. Começaram a namorar no final de 2011 mas, pouco depois, Justin Mustafa foi detido.

Pelo que apuramos ele havia contdo à namorada que uma ‘ex’ tinha feito queixa à polícia por ele ter divulgado um vídeo pornográfico caseiro na internet sem consentimento.

O homem acabou por ser condenado a um ano de prisão. Gabbe visitava-o todos os dias e, pouco depois do encarceramento do namorado, descobriu que estava grávida. "Nunca desconfiei que ele era violento. Achei sempre que el era honesto comigo", conta a jovem.

O pesadelo começou mal Justin saiu da prisão. Começou a acusar a namorada de o ter traído e do filho não ser dele. Gabbe era espancada diariamente, com um cinto e com paus; Tentou terminar a relação e acabou por ser violada.

"Ele chamava-me ‘minha granbde p***’. Fugi e refugiei-me na casa de uma amiga. Perdi o bebé logo a seguir, por causa do stress. Fiquei destroçada". Em maio de 2013, cerca de um mês após o final da relação, os dois restaram. "Fui inocente, achei que ele tinha mudado, mas estava ainda pior.

Não lhe tinha contado que tinha perdido o bebé e, quando lhe contei, ele ficou furioso", revela Gabbe. Um dia, Justin levou a namorada para um descampado e drogou-a com heroína. Começou a fazê-lo regularmente e, quando esta o tentava impedir, agredia-a. "Voltou a agredir-me e a violar-me.

Drogava-me e depois batia-me. Eu chorava e pedia para ele parar, mas ele ignorava-me. Um dia, depois de me injetar com heroína e me bater, chamou o cão dele, um pitbull e obrigou-me a fazer sexo oral ao animal.

Ele filmou tudo. Foi a coisa mais degradante a que ele me obrigou. Depois disse para eu ir lavar os dentes e obrigou-me a fazer-lhe sexo oral", relata Gabbe. Foi nesse dia que a jovem ganhou coragem para acabar com o ciclo de violência.

A conselho de um colga de trabalho que a via a chorar regularmente, contou o pesadelo em que vivia às autoridades. Justin Mustafa foi detido e julgado, condenado a seis anos de prisão. Hoje, Gabbe Rowland trabalha num centro médico dedicado a apoiar mulheres vítimas de violência doméstica. "Quero ajudar quem passa pela mesma prisão. Agora sou feliz. Olhando para trás, só queria tê-lo deixado mais cedo.

Aconselho mulheres que passam pelo mesmo horror a terminarem as relações abusivas em que estão aos primeiros sinais", conclui a jovem norte-americana.

VIOLADA UMA MULHER VIOLADA

Um agente da polícia no zimbabwe é acusado de ter violado uma mulher que foi vitima de violação em grupo.

O referido policia levou-a para uma casa sob o pretexto de entrevista-la mas parece que: "a carne foi fraca" e o homem não aguentou ao ver aquelas curvas e contracurvas capazes de elevar qualquer linha recta e violou-a.

A mulher já sub-meteu a acusação contra este agente da policia, ela diz que o agente da lei e ordem teria violado quando foi apresentar queixa do crime.

"Fui violada por dois homens e fui a esquadra, mas dias depois o agente ligou-me para dar mais detalhes sobre o acto e me levou para casa dele , sob pretexto de que ia me entrevistar, e violou-me e filmou tudo". Explica a mulher
o Agente em questão esta detido e sob investigação.

MORTO ENGRAVIDA FUNCIONARIA DA MORGUE

Felicity Marmaduke de 38 anos, esta mulher trabalha numa morgue americana, e foi presa e condenada a pagar uma multa de 250.000 dólares (mais de 15.095.000Mt) depois “abusar” do cadáver de um homem.

Este crime ocorreu numa morgue de Lexington no Estado do Missouri (Estados Unidos da América).
A mulher foi acusada de necrofilia pela policia local, que diz que o morto sofreu uma erecção pós morte (algo muito comum) enquanto a funcionária Felicity Marmaduke lhe dava banho para o preparar para a sua “última viagem”.

Felicity Marmaduke, aproveitou que estava sozinha e passou ter relações com o morto. Para sua grande surpresa, o morto chegou ao orgasmo depois de alguns minutos da relação.

A mulher fez exames de rotina semanas depois e descobriu que estava gravida e agora pretende processar a família do homem morto (herdeiros) para pelo menos conseguir apoio a criança e uma pensão alimentar.

Mas é possível ter uma erecção depois de morto?


O MARIDO DA NOITE - O Lado Oculto da Vida

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SEIS RODADAS

De acordo com as informações que o Starnews teve acesso, uma dona de casa em LUSAKA, narrou em um tribunal local que seu marido sem vergonha e na presença dos filhos disse que queria nhebar seis rodadas por dia.

A mulher chama-se Matilda Chanda de 54 anos de idade que com cara triste e cheia de lágrimas disse que o marido chegou a alegar que a filha primogénita teria se casado só porque gostava de nhebar.


A mulher relatava isso no tribunal onde foi processada pelo marido por negar as condições da reconciliação que ele colocou para ela, o casal tem 5 filhos e casado desde 1995.

E de acordo com o relato do marido no tribunal tudo começou quando ele perdeu o seu primeiro emprego onde recebia um alto salário e depois teve um emprego de agricultor em 2014, onde o salário era muito mais baixo que o do emprego anterior e a mulher acabou lhe abandonando e agora quer se reconciliar dela e ele exige recuperar com ela o tempo que ficou sem relações amorosas

Ele explicou que Chanda perdeu o respeito desde o momento em que ele perdeu o seu primeiro emprego e que ela até já derramou urina no seu rosto de um penico às 23 horas.

Musanya acrescentou também que Chanda já não lavava roupa dele e nem conseguia varrer a casa, quando ele era financeiramente estável era chamado de rei no seu bairro porque sua esposa lhe amava  e ele era bem tratado pela esposa.

Perguntado pelo tribunal se ele ainda amava a sua esposa Chanda, Musanya confirmou que sim embora tivessem dormido separadamente sem direitos conjugais por dez anos.

Em defesa, Chanda negou te-lo abandonado e voltar para casa, mas disse que estava la porque foi visitar seu filho que ficou doente por seis meses, mas que o seu marido Musanya não demonstrou preocupação.

Ela diz ainda que quando regressou a casa onde construíram junto com o marido, Musanya convocou uma reunião com os filhos e disse que queria nhebar seis rodadas por dia - quatro durante o dia e duas à noite.
De lágrimas a mulher continua.
“Musanya insultou-me junto com meus pais. Nós não nos separamos há dez anos, mas dormimos separadamente por três meses ”, disse Chanda.

Em submissão, Musanya mudou de idéia e disse que não queria mais se reconciliar com Chanda.



O MARIDO DA NOITE

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