quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

CINEASTAS MOÇAMBICANOS ACUSAM O GOVERNO DE NÃO CUMPRIR COM A LEI 1/2017 de 6 de JANEIRO

cinema de moçambique
Os cineastas moçambicanos andam indignados com o governo de moçambique pois desde que foi aprovada a Lei de Audio Visual e cinema, os cineastas nunca se beneficiaram dos fundos prometidos pelo estado moçambicano.

De acordo com o Artigo 93 da mesma lei sobre as Regras comuns aos programas de apoio financeiro a produção, diz no seu numero 3 que:

"3. São divulgadas, ate ao dia 31 de Outubro de cada ano, através do anuncio publicado simultaneamente em dois  jornais de informação geral, de grande circulação nacional, na pagina de internet do INAC e do FUNDAC ou outro fundo criado para o efeito, as seguintes informações:


a) o numero e tipo de concursos a abrir no ano seguinte;
b) as condições de acesso aos diferentes programas de apoio e os prazos para a apresentação de candidaturas.

4. Os montantes disponíveis para cada projecto, serão comunicados ate Fevereiro de cada ano."

Mas o que os fazedores de cinema estranham e que o mês de Fevereiro de 2019 ja se foi e nada daquilo que foi plasmado na lei foi cumprida pelo estado, esta classe sente que foi burlado pelo estado.

O cinema moçambicano esta triste, os cineastas estão a chorar pois sabem que a parte das taxas e das multas desta mesma lei estão a ser aplicadas ao mais pequeno pormenor.

Dizem os cineastas: "só a vinda do Papa poderá nos salvar deste grave incumprimento da Lei do cinema"

Choram os cineastas como choravam os Judeus no tempo da governação Romana, e eles esperavam a vinda gloriosa do Messias para lhes salvar daquela situação.

cinema mocambicano

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

MANUEL CHANG VOLTARA A PÁTRIA QUE LHE AMA E LHE DARÁ A LIBERDADE

O POVO MOÇAMBICANO QUER SE LIVRAR DA CRISE E ISSO SÓ SERÁ POSSÍVEL SE MOÇAMBIQUE RECUPERAR OS ACTIVOS.

MOÇAMBIQUE E OS MOÇAMBICANOS PRECISAM RECUPERAR TODO O DINHEIRO QUE PODE SE PERDER NAS MÃOS DOS ESTRANGEIROS AMERICANOS.

MANUEL CHANG TEM QUE VOLTAR

VEJA ESTE VIDEO TRÁS TODA A INFORMAÇÃO SOBRE OS PASSOS A SEGUIR...
MANUEL CHANG PODE SER EXTRADITADO PARA MOÇAMBIQUE.

MORTO RESSUSCITADO NA ÁFRICA DO SUL TINHA UM TELEMÓVEL NO SEU CASACO BRANCO

A historia do Elliot o homem que foi ressuscitado do caixão depois de 2dias na morgue pelo suposto pastor não me cheira bem e ainda vai dar de falar...depois de ressuscitar da morte e comer beef com xima na igreja me espanta saber que ele foi metido no caixão com seu smart E9....a pergunta que não quer calar é:
"SERA QUE O MORTO QUERIA CONTINUAR A FAZER SELFIES NO CEU?"

Swi vula ku Elliott a yi la ku lahliwa na cell phone ya yona ké? 😂😂😂

O que me irritou no video dele são as caretas que ele faz como se tivesse perdido a memória e que não soubesse onde estava e possível um homem dormir dois dias e ficar louco como este falso

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

07 de Março, dia da extradição do Manuel Chang para EUA

MANUEL CHANG
Trata-se, na verdade, da questão principal em causa neste processo desde a detenção do ex-ministro moçambicano das Finanças, no dia 29 de Dezembro passado, no Aeroporto Oliver Thambo, em Joanesburgo, quando pretendia viajar para Dubai.

Desde a sua detenção e menos antes de submeteram a documentação para o efeito, os americanos sempre pediram a extradição de Chang para responder em Nova Iorque as acusações de conspiração para fraude electrónica e imobiliária, bem como branqueamento de capitais.

O Ministério Público está representado pelo procurador JJ Du Toit, a defesa pelo advogado mais velho da equipa, Willie Vermeuland. O caso é dirigido pelo juiz William Schutte.

Em forma de ataque, o advogado disse que falou com o procurador em off e ele disse que iria recusar analisar o pedido de Moçambique. A defesa queria fazer a entrega oficial do pedido de Moçambique, mas o juiz questionou com que competência ele pretendia submeter o pedido.

O juiz explicou que todos os pedidos de extradição devem ser entregues pelos procuradores, mas a defesa insiste justificando que o pedido pode ser entregue de forma voluntária e não necessariamente por uma instituição.

O Ministério Público esclarece neste momento que não tem nenhuma intenção de recusar receber o pedido de Moçambique. "Quando o MP recebe documentos partilha com todos os intervenientes (advogados e juiz)", disse o procurador JJ Du Toid, explicando que o pedido que está a ser analisado hoje seguiu um processo, desde a recepção até a análise em tribunal.

Du Toit acaba de confirmar que o MP recebeu o pedido de Moçambique mas o que está em discussão agora é o pedido dos Estados Unidos. Diz o procurador que Manuel Chang tem todos os direitos garantidos e o pedido de Maputo vai ser analisado.

J.J. Du Toit, o procurador que representa o Ministério Público, informou que já foi recebida do Ministério da justiça orientação para que os dois pedidos sejam analisados, mas tudo será ao seu tempo. "Queremos proteger a integridade de cada processo. E nós preferimos que o Tribunal decida, sobre cada pedido em momentos diferentes", explicou.

É que um dos argumentos da defesa era que os procuradores já tinham preferência pelo pedido dos americanos. Aliás, os advogados do deputado da Assembleia da República já deixaram claro que preferem que Chang volte para o seu país de origem, com base no protocolo da SADC sobre extradição.

O juiz William Schutte diz que a decisão sobre se os dois processos estarão nas suas mãos ou não vai depender da palavra final do director dos procuradores.

MP diz ainda que só recebeu os documentos de Moçambique na quinta-feira passada e hoje é que começam os procedimentos que são necessários efectuar antes que a papelada chegue no Tribunal. Trata-se de um processo que pode levar até dois dias.

A defesa faz menção a polêmica causada semana passada pela Ministra das Relações Internacionais  para dizer que existe uma decisão executiva já tomada e que faz os advogados pensarem que o Governo já tem a sua posição.

Em reação o Ministério Público dissipou as dúvidas. Explica que, o que a ministra fez não é do interesse da justiça. Aliás, ela não é competente para tomar tais decisões. Mas, disse o procurador, a defesa ao invocar tal argumento, ignorou que o Ministério da Justiça fez o seu esclarecimento, segundo o qual o assunto só será decidido depois da justiça tomar suas decisões.


"Nós devemos fazer o nosso trabalho, não somos políticos somos homens do direito ", disse J.J. Du Toit. Ainda assim, os advogados insistem afirmando que não se pode dar valor ao esclarecimento do Ministério da Justiça, alegadamente porque "estamos perante as declarações de um porta-voz e de uma ministra. O que tem mais peso", questionou.

A audição sobre a extradição de Manuel Chang foi adiada para o dia 07 de Março. Mas o juiz que analisa o caso de extradição do antigo ministro das Finanças informou que ainda vai confirmar a data, uma vez que no mesmo dia tem um outro caso por encerrar. Se falhar no dia 07, a audição sobre extradição de Chang será analisada no dia 11 de Março.

Entretanto, a defesa e o Ministério Público não chegaram a um consenso sobre se o pedido de extradição de Moçambique deve ser analisado em simultâneo com a solicitação dos EUA. 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

TENSÃO NA RENAMO - Delegado da Renamo Desafia Ossufo Momade

O delegado provincial da Renamo eleito em Sofala a revelia da direcção deste partido, afirmou, hoje, que a decisão do presidente deste partido face à sua eleição, que a considerou   nula, não procede e que continuará a dirigir os destinos da perdiz em Sofala.

Sandura Ambrósio, o delegado político da Renamo eleito na semana finda por parte dos  membros desta formação política, a revelia da direcção deste partido, convocou a imprensa nesta segunda-feira, para lamentar o posicionamento do presidente da Renamo anunciado na passada sexta-feira na Beira, pelo presidente do conselho jurisdicional, Saimone Macuiane.

O delegado da Renamo indicou que até aqui os membros da Renamo que tem estado nas delegações da cidade da beira e província de Sofala, não receberam nenhuma notificação da Renamo para abandonar as instalações.

Sandura explicou ainda que o seu partido guia-se por princípios democráticos , como indicam os números  1,2 e 3 do artigo seis dos estatutos da Renamo. O número dois do referido artigo, defende a eleição por votos secretos dos titulares dos órgãos do partido.

Os delegados eleitos são de opinião que o diferendo deve ser resolvido num tribunal específico.